terça-feira, 23 de outubro de 2012

95/365 - O "logo ali" dos mineiros

Dias antes de vir para Belo Horizonte, meu namorado avisou:
- Te cuida com os "logo ali" dos mineiros, hein.
- Como assim?
- Eles dizem que tudo é "logo ali", mas não é!

De fato, o último "logo ali" do qual tive conhecimento, mandou duas gurias caminharem uns 5km.

Estavamos descendo o belvedere da Mangabeira, quando vimos duas gurias suadérrimas, botando os bófes pra fora.

Elas pararam e nos perguntaram:
- Gente, falta muito pra chegar no belvedere da Mangabeira?
- Não, não, é logo ali! - apontamos pro morrinho que faltava elas subirem (e era logo ali mesmo).

As duas responderam juntas:
- Nããããão, "logo ali" de novo, nãããããoooo!

domingo, 21 de outubro de 2012

94/365 - Feirinha, ãrrãm.

Eu já tinha incluído na minha programação passar pela tal da feirinha de artesanato / feirinha hippie que acontece aqui em Belo Horizonte, nos domingos de manhã, bem pertinho do hotel em que estou. Achei que fosse uma feira grande, mas não tão grande.

Ontem, era meia noite quando o barulho lá fora começou. Dei uma espiada pela janela e vi algumas barracas sendo montadas na calçada da Av. Afonso Pena.

O barulho continuou madrugada adentro. A visão da janela do quarto, pela manhã, foi a seguinte.


Tinha de tudo: praças de alimentação, decoração para casa, santos, roupas para jovens, idosos, crianças, sapatos, bolsas e acessórios. Tudo baratim, baratim.

E sabem o que mais impressionou? A feira era das 8:00 às 16h. Às 18h, a Avenida estava assim:

 
Passe de mágicas? :o

sábado, 20 de outubro de 2012

93/365 - MMM

No café do Museu das Minas e do Metal.

92/365 - Batendo perna na Bienal do Design

Entre ontem e hoje, consegui visitar 3 mostras da IV Bienal Brasileira do Design. Ao todo, são 8 mostras, incluindo a nossa (somando 4 visitadas).

A mostra que imagino ser a maior, Da Mão À Máquina, esta bem interessante, porém, muitos dos produtos não eram novidade, por já terem sido mostrados na Casa Brasil 2011.

Encontram-se lá, também, alguns itens do designer Sérgio Rodrigues.

Hoje, visitei a mostra 1 Pessoa, 10 Cadeiras. A mostra nos chama a atenção por alegar que todos sentamos, por dia, em aproximadamente 10 cadeiras. Despois de passar por um túnel do tempo, é possível visualizar vários modelos de cadeiras, em um grande salão. Achei bem legal.

 
E visitei a mostra Petraurum, no Museu de Artes e Ofícios... jóias, lindas, maravilhosas, criativas e infotografáveis!

91/365 - Noção de não ter noção.

Eu não sou das pessoas mais perdidas nas direções que existe por aí. Sério, tenho uma noção de localização que, até que funciona bem.

Menos em Belo Horizonte, né!!!!

Por aqui, até agora, não consegui me achar. Olho mapas, estudo locais, presto anteção no caminho do taxi e a única coisa que meu cérebro visualiza é um grande ponto de interrogação.

Pra terem uma ideia, no primeiro dia de colonos na cidade grande, a Andrea e eu recebemos informações de localização de um shopping que ficava bem pertinho do hotel, onde poderíamos ir almoçar. As coordenadas eram: "esquerda, sobe dois quarteirões, esquerda, shopping". Fomos, achamos, tudo bem.

Na noite seguinte, resolvemos voltar lá para jantar. Achamos legal ir pelo outro lado do hotel, que a lógica seria "direita, sobe dois quarteirões, direita, shopping". Mas... conseguimos nos perder.

Aqui, definitivamente, as ruas não são o que parecem ser. As quadras não são quadradas, então, a localização fica bem confusa.

Agora, olhando um mapa, vi que o Mercado Central fica a uma distância de 3 quarteirões do hotel e na minha cabeça, parecia que era do outro lado da cidade.

Por via das dúvidas, resolvi que não vou me aventurar a pé.

Na minha contagem regressiva, 5 dias pra voltar pra casa. Não é que eu não tenha gostado daqui, mas tô sentindo falta das minhas coisas e das minhas pessoas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

90/365 - 10, 9, 8, 7, 6!!!

Sim, não é que eu não esteja gostando de Belo Horizonte, mas é muito tempo pra ficar longe de casa e, hoje, que todo mundo foi embora, sozinha.

Uma coisa é ficar sozinha em casa. Outra coisa é ficar sozinha uns 3 estados pra cima, onde tu não conheces ninguém. É um pouco deprê.

Ainda bem que existe computador, internet e que, quem diria, a tv parece ser uma companheira, já que ao menos, faz barulhinho.

Mas não dá pra reclamar né, afinal, apesar de longe, está tudo bem, tudo deu certo e... agora é contagem regressiva pra voltar pra casa, quarta-feira.

Saudades da mãe, do pai, dos irmãos, da "sombrinha", do namorido, da Giggia, do Elvis, dos colegas, da minha cama, do meu quarto, do meu carro... só não tenho saudades do chuveiro de casa, que o do hotel é zilhões de vezes melhor.

 
Eu, no B da Bienal Brasileira de Design.

89/365 - Peculiaridades do Mercado Público

O Palácio da Feijoada, que vende todas as partes do porco, e algumas que é capaz dele nem ter...
 
Uma tendinha só de pimenta, porque tem pouca opção, me parece.
 
 
E uma sugestão querida de presentinho.
 
 
Tudo socadim, socadim, nas banquinhas do Mercado Público de Belo Horizonte, uma bela aventura! Quem vier pra cá, tem que visitar!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

88/365 - Algo mais light

Fim de tarde, decidindo onde jantar...
- A gente podia ir no shopping Cidade, que tal? - comentei com a Andrea, nossa arquiteta.
- É, aqui pertinho, não precisamos pegar taxi.

E fomos.

Passamos uma vez pelos restaurantes da praça de alimentação.
- Aquele ali tem uma carnes. - Comentei.
- É, eu tenho fome. - Ela falou.

Olhamos umas opções de restaurantes com carne e decidimos jantar no Parrillada.
Estudamos o cardápio.
- Tô afim de algo mais light. - Falei.
- Tudo bem, ela respondeu.

E essa foi nossa janta. Rsrsrsrs.

 
Tá, gente, veio salada junto, ela só não apareceu na foto!!! E era uma das comidas mais light do cardápio, juro!

87/365 - Simples e legal

Comprei um livro e no lugar de uma sacola, ganhei um pacotinho de papel muito legal!
 
Aliás, parece que aqui em Belo Horizonte, a história já é outra. Ontem, no Carrefour, ninguém colocando compras nos pacotes. Pre usar sacola tinha que pagar. Eu sempre levo sacolas reutilizáveis para o supermercado, mas deixei elas em Garibaldi, sabem... tive que comprar uma sacola aqui.
 
Nada como fazer o povo ser ecológico pelo bolso...

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

86/365 - Casa Cor Minas

Não foi meu ambiente preferido, mas a emoção de entrar na sala e ver a imagem nesse tamanho, onde tu não imaginaria encontrar, foi grande!

domingo, 14 de outubro de 2012

85/365 - 7º Encontro de V8 de Garibaldi

Nesse final de semana, aconteceu o 7º Encontro de V8 de Garibaldi. 

Trabalho nos encontros desde sempre e este foi o único até hoje, em que tivemos sol no sábado à tarde. Sempre chovia, tanto que brincávamos que poderíamos exportar o encontro para o nordeste, pois daria chuva por lá, certamente.

E com o sol, veio o maior movimento de visitantes de todos os encontros realizados até hoje.

Além dos carros lindos que vemos todos os anos, a coisa virou meio família. Tem gente que participa expondo ou trabalhando todos os anos, acabamos conhecendo o pessoal e quando o encontro acontece, é hora de reunir a turma e passar um final de semana próximo de pessoas que gostamos e vemos pouco.

A fama foi se alastrando e o pessoal começou a vir de longe. São Paulo foi quem começou, em 2008 - agora, participantes fixos e membros da "família V8". Esse ano tivemos Santa Catarina, Rio de Janeiro e Espírito Santo, além dos importados, do Uruguay! Legal né? Assim, também, não dá pra arranjar desculpa pra não ir, dizendo que "são os mesmos de sempre". Sempre tem novidade e tem cada vez mais carro.

A única falha minha foi perder a festa, que acontece sempre no sábado à noite, no Bar Joe e é muito divertida. Não tive forças para participar, mas para 2014 vou me programar melhor!

O encontro só tem um lado ruim. Acaba muito rápido. Quando tu percebes, já é domingo à tarde e os carros vão indo embora aos pouquinhos... dá uma tristezinha, um aperto no peito de ter que esperar mais dois anos pra que aconteça de novo.



Mas estaremos lá... até 2014!

84/365 - Mudei um dos meus conceitos

Aquele de que televisão no quarto não é uma boa ideia.

Depois de ter que levantar da sala pela enésima vez, morrendo de sono e acabar passando frio pra ir até o quarto, decidi que, sim, quero TV no quarto. 

Com tudo o que tenho direito junto.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

83/365 - Agora sim...

... até me sinto mais mulher do que antes, rsrsrsrs. 


Pra me sentir mais Amélia do que isso, só depois de conseguir as panelas rock n' roll da Tramontina.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

82/365 - Exagerada? Eu?

Por mais que a gente queira ensinar para as crianças o que é bom em questão de música, no momento em que elas começarem a se misturar, a coisa degringola completamente.

Minha sobrinha, antes fã de Elvis, Beatles, Abba... depois de começar a frequentar a escolinha, voltou cantando refrões que variavam do "quero tchu, quero tchá" ao "assim você mata o papai" (e eu querendo matar quem ensinou isso...).

Ela não gosta, mas vai na onda das coleguinhas que gostam. Quando ela pode escolher, ela escolhe bem, mas quando esta acompanhada, já era...

Hoje, pra me matar do coração, ela largou
- Tia Lela, eu quero casar com o Luan Santana.
Eu não podia fazer algo diferente do que fiz.
- Erica, vem aqui, vamos ter uma conversa de meninas.
E aí eu apresentei todos os argumentos impublicáveis que existem, pra convencer ela de que a ideia era péssima.

-... além do mais, Erica, se tu continuar a escutar esse tipo de música, periga derreter teu cérebro...

Aí ela deu as costas e saiu de fininho.

Aí que eu escutei a choradeira. E aí que eu notei que falei algo que poderia ter ultrapassado os limites do "ensinar" para o "assustar". Fui atrás pra conferir.

Eu entrei na cozinha e ela estava sentada no colo da minha irmã, dizendo que não queria que o cérebro dela "quebrasse". Eu não sabia se eu ria ou se me sentia mal. Mas como ela chorava muito, decidi me sentir mal.

- Erica, tá chorando por que?
- Porque eu não quero que o meu cérebro quebre! E... eu tento parar de pensar no tchu, tchá, mas ela não sai da minha cabeça e eu tenho medooooo!
- Erica, calma, não é beeeem assim. Aquilo que eu falei do cérebro derreter é mentira. Eu só queria te dizer que tu não tem que gostar do que as tuas colegas gostam, só pra elas gostarem de ti. Tipo, tu pode ter personalidade, saca?
- Mas tu disse que meu cérebro ia quebrar! - soluçava, tadinha.
- Derreter... mas era invenção minha.
- O meu cérebro não vai derreter?
- Só se tu escutar muuuuita música podre! Um pouquinho ele aguenta...
- LELA!!!! - xingão da minha irmã.
- Não, Erica, nenhum cérebro derrete, mas se tu fizer muito esforço, quem sabe...
- E por que tu fala as coisas pra me assustar?
- Achei que tu não ia te assustar tanto. Era só pra ti não escutar música ruim, mas era tudo mentira.
- Sim, depois a gente ajeita ela. - disse a minha irmã.

E mais tarde, no aniversário da filhinha de amigos meus, meu ex-colega de trabalho aponta pra filhinha dele, dormindo no carrinho e diz, baixinho:
- Botei Kiss pra ela escutar hoje... vou no show!
- Que legal! É isso aí, faz ela escutar música boa desde pequena!
- Essa aqui - ele apontou - vai ter um filtro no ouvido. Só vai escutar música boa!
Eu dei uma risadinha.
- Desculpa eu te iludir, mas quando ela for pra escolinha, a educação musical de casa já era... ela vai voltar cantando o "tchu-tchá" porque as coleguinhas cantam.
Ele fez aquela cara de "cruz-credo, Deus me livre!".
- Mas não te preocupa. Depois tu ajeita ela.

81/365 - Encontro de V8 em Garibaldi

E no sábado de noite tem sempre uma festa muito boa no Bar Joe.
A única parte ruim do Encontro de V8 de Garibaldi é que ele acaba!

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

80/365 - Porque o melhor lugar do mundo...

... pra encontrar pessoas que a gente não vê há milênios, é, sem sombra de dúvidas, o Supermercado!

Hoje, comprando o almoço no Apolo, encontrei uma amiga que, por estar morando em Brasília, fazia um bom tempo que não vai (tempo o bastante pra casar, ter filhos, etc...).

Salve o supermercado e as coincidências da vida!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

79/365 - E por falar neles

Postei Walk antes de ler o comunicado do Dave Grohl no Facebook, informando que a banda esta parando. Não terminando, mas dando uma parada. Nem tipo férias, só uma parada. Pelo visto, vai rolar algum projeto paralelo dos integrantes da banda.

Fico triste porque Foo acabou se tornando uma das minhas bandas favoritas e é ótimo ver eles em ação.

Mas fico feliz porque já vai ter muito show e se eles inventassem um aqui por perto, eu entraria em calamidade financeira! Pouco egoísta?

Não, não quis ver eles no LLoollaappaalloozzaa (na dúvida, dupliquei todas as letras, rsrsrs) porque gosto de ver minhas bandas queridas com calma, em shows só delas, pra apreciar melhor.

Vou esperar. Na próxima leva, eu vejo eles.



78/365 - Hoje eu me sinto...

... exatamente como o Dave Grohl nesse clip.
 
 
Mas o bom senso ainda me segura - um pouco, ao menos.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

77/365 - Igreja da Barbie


Brincadeira, a iluminação rosa na Igreja Matriz de Garibaldi é uma homenagem ao mês do combate ao câncer (o que não é brincadeira, nem de longe né!).
Ficou linda!