quinta-feira, 30 de agosto de 2012

47/365

 
Porque, mesmo que pareça que tudo só acontece para os outros, a nossa hora também acaba chegando.

46/365 - Black Hole Sun

 
Acordei lembrando dessa música, que é um portal no tempo para eu ir direto para 1994. E viva o grunge!
Dos tempos em que se ligava a Rádio Atlântida no meio do dia e tocava música boa...

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

45/365 - Eu? Exagerada?

Ontem à noite, depois de tomar banho - e antes de secar os cabelos (toalhão na cabeça) - fui dar comida para a minha gata. Essa foi a última coisa que eu lembro de ter feito, antes de sentir uma suave coceira no dedo do meio da mão direita (aquele dos sinais práticos).  

Eu ia coçar o dedo, quando olhei pra ele e me apavorei. Ele estava roxo. Sabe roxo, tipo, ficando preto? Assim! Bem numa das dobras dele.

Fui chamar minha mãe e ela disse que já tinha acontecido com ela também.

E eu, encarando o roxo. Começou a faltar ar. Eu não sentia mais o corpo. Sentei no sofá, porque os pensamentos variavam de "é assim que começa um infarto", "e se eu tiver que ir pro hospital com o cabelo molhado?" e "será que isso é uma gangrena? Trombose?", até "não lembro de ter visto uma aranha, mas pode ser uma picada - o dedo vai ficar roxo, até apodrecer e cair. Depois a mão..."

Aí, a coisa variava para as promessas "se eu sair dessa, prometo que vou cuidar mais da alimentação, fazer exercícios, tomar mais água e chá verde...". 

Acho que eu não estava branca de pavor, já devia estar transparente. Minha irmã olhava e dava risada, porque dizia que o dedo dela, inclusive ficou preto e inchou e não era nada.

- Se não fosse nada, não tava roxo né! - era só o que eu dizia.

Acho que fiquei uns 15 minutos no sofá, até parar de sentir falta de ar e me convencer de que as veias do dedo não estavam entupindo e ele não iria cair. Mas não foi fácil.

Veio gente com tudo: pomada, álcool, gelo... até que pareceu melhorar um pouco.

Hoje de manhã, aproveitei a profe de ginástica que estava no lá no trabalho e mostrei pra ela.

- Qual foi o último esforço que tu fez antes do dedo ficar roxo?
- Que eu lembre, foi abrir o pote de comida da minha gata.
- A tampa era dura?
- Sim, ela é grande, tem que abrir bastante a mão, e é durinha também.
- Ficou inchado?
- Não.
- Dói?
- Não.
- Acho que tu deu um jeito errado no dedo. Isso é típico de rompimento de pequenas veias por causa de esforço. Tu vai ver... agora ele tá roxo, meio preto, depois vai mudar pra verde, amarelado, até sair. Como um hematoma.
- Não vou morrer, então?
- É... não por causa do dedo.
- Não é uma gangrena, nem um sinal de princípio de infarto?
- Não, foi só um vazinho estourado.
- Ai que alívio!

E foi assim que eu fiquei mais tranquila. 

Mas o dedo continua roxo, tá?!


 

44/365 - 33 dicas para a criatividade

"Termine algo" fez eu lembrar daqueles livros que não acabo de ler... :/

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

42/365 - Floaty

Há dias estou com essa música na cabeça (que bom, porque normalmente, música que fica martelando na cabeça costuma ser chata).


domingo, 26 de agosto de 2012

41/365 - Os últimos dias

Em função de alguns compromissos que tive em São Paulo, entre 23 e 25 desse mês, pude aproveitar para visitar a Design Weekend - evento que aconteceu no estilo Milão / 100% London. Houve vários adeptos, desde intervenções urbanas, galerias de gêneros diversos e, também, lojas de design. 

O evento do qual participei - Jardim de Brinquedos - foi bolado por nossa curadora, Vera Santiago, e exposto no jardim do Museu da Casa Brasileira. Vários designers criaram brinquedos para adultos e crianças e o que pode ser visto, foi uma grande festa. As crianças brincavam porque é parte da natureza delas - mas os adultos, voltaram à infância e brincaram sem limites. A Casa Brasil participou com um brinde, que animou a todos: bolhinhas de sabão. Foi ótimo!

Juntamente à Design Weekend, também aconteciam duas grandes mostras de arte: Impressionismo, no CCBB e Caravaggio, no MASP.

Foram dias de grandes caminhadas, ótimos contatos e grande enriquecimento cultural. Mais legal que isso, só se eu tivesse ficado para o show do Keane, no domingo, mas não rolou.

Adorei a Design Weekend e senti que a próxima, deverá ser melhor ainda.

São Paulo, tirando o trânsito caótico, é tudo de bom!

Mas também é bom voltar pra casa, mesmo que a diferença de tempertura seja de 20°... estava 5°C quando chegamos em Carlos Barbosa... haja saúde pra aguentar firme!

Instalação no Instituto Tomie Othake - não lembro o nome do artista (vergonha) - mas achei muito legal!

40/365

Boa! 
Fonte: www.garfield.com

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

39/365 - Além da boa vontade

Eu acho que os produtos feitos de material reciclado deveriam ter um preço menor.

Sério. Eu tento ser uma pessoa ecologicamente correta na questão da separação do lixo (o que me deixa louca de pensar que tem gente que nem coloca o lixo no lixo, quem dirá no lixo certo...), uso sacola retornável pra ir pro supermercado, etc, etc.

Aí, pra manter a linha, tu tentas comprar, por exemplo, um caderno feito com papel reciclado e ele custa o olho da cara, muito mais do que um caderno comum. É isso que eu acho erradíssimo. Se a matéria prima é de reaproveitamento, o que deixa claro que a gente esta pagando por um produto que já foi usado e transformado, o preço não deveria ser menor, até mesmo para incentivar o consumo dele? Ou ao menos, o mesmo preço, pra ti poder ter opção de ser ecologicamente correto ou não, sem ter desvantagem, nem vantagem de preço.

Não quero saber se os processos, numa dessas, são mais trabalhosos. Eu falo da consciência. E pra ti conseguir que o povo consuma a coisa correta, ela deve ser mais acessível, certo?

Eu, como consumidora, me sinto sempre em desvantagem.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

38/365 - Pior.

De vez em quando, acontece. Né, gurias?

37/365 - Alguém saberia me dizer...

... se, assim como as emissoras de televisão conseguem controlar o Ibope, sabendo dos programas mais assistidos, elas também conseguem saber quantas pessoas desligam a TV quando anunciam a Propaganda Eleitoral?

Aposto que tem uma galera desligando!

sábado, 18 de agosto de 2012

35/365 - Pagando pra ver, literalmente.

Comprei um cupom para impressão de 100 fotos, por R$29,90, no Peixe Urbano. Isso dá R$0,29 centavos por foto, o que é ótimo, levando em conta que, conseguindo um bom desconto para revelações acima de 100 unidades, cai para R$0,50 centavos por foto, em pouquíssimas lojas de revelação. A maioria dessas lojas, usa o preço altíssimo de R$1,00 ou até de R$0,70 centavos, alegando que hoje em dia, ninguém mais revela, nem imprime foto.

Claro, ninguém pensa que diminuindo o valor, as pessoas poderiam se incentivar a imprimir ou revelar fotos. 

Por essas e por outras que a gente acaba tentando formas alternativas para gastar menos, como os cupons dos sites de compra coletiva.

Então, cupom na mão, resolvi separar as imagens a serem impressas (filme a gente revela, imagem a gente imprime) e postar no site para imprimir.

Tirando o fato de que eu demorei umas 3 horas para baixar 100 fotos - escolhendo a opção de postagem em melhor resolução - tudo ocorreu tranquilamente.

Agora, eles tem prazo de até 30 dias para o envio das fotos, com frete grátis, que foram solicitadas em papel fosco e com borda branca.

Resta aguardar e ver se valeu a pena. Tomara que funcione, pois pode ser uma boa saída para os preços altos que tenho enfrentado.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

34/365 - Café e Bons Sentimentos

Tive uma reunião na Casa das Artes, em Bento Gonçalves, hoje e aproveitei para dar uma espiadinha numa mostra de artes que estava sendo realizada: Café e Bons Sentimentos, de Rodrigo Troitiño. Ainda não descobri daonde ele é, mas achei as obras dele tudo de bom! As pinturas são criativas, divertidas e muito bonitas.

Abaixo, o folder da mostra.


Fiquei tri afim de ter um daqueles quadros.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

33/365 - Ele não me ouve!

Eu consigo contar nos dedos de uma só mão, a quantidade de vezes que meu pai parou para desenhar com a gente. Mas eram sempre desenhos legais.

Não sei se a ideia dele era assustar, mas ele sempre desenhava uns monstrinhos, achando que assim, a gente deixaria ele em paz. Mas a gente sempre curtiu os monstrinhos porque tinham estilo.

Hoje encontrei um desenho que ele andou fazendo com a Érica. O estilo se mantém e eu digo pra ele que ele deveria desenhar mais, porque tem personalidade e traço legal. Mas ele solta uma risada e sai de fininho, sem dar muita bola.

Olha ali, a abelha do Robertinho!

 
Será que ser marido de uma professora de Artes reprimiu o cara?
 

terça-feira, 14 de agosto de 2012

32/365 - Pra nunca esquecer

Não é raro que alguma coisa chame a minha atenção pela sua beleza simples e eu acabe ficando com uma vontade de registrar isso, com medo de não ter mais a oportunidade de ver.

Eu sempre adorei fotografias e acho que tenho um bom olho pra isso. Ao menos, arranquei bons elogios no curso de fotografia que fiz em... 2009, acho. Sério... tinha vários colegas com máquinas supermegahipermonster e eu, com uma digitalizinha chulé, fiz fotos muito legais e muito elogiadas, das quais tenho muito orgulho (as vezes é bom reconhecer nossas qualidades também). 

Gosto de fotografar por esporte, por guardar lembranças e também gosto de selecionar o que é fotografado - prática de anos utilizando máquinas com filme - não dava pra bancar o porra-louca porque apagar fotos não era simples como é hoje e para ver elas, era preciso revelar, o que custava alguns vários pilas. 

Não perdi o hábito de imprimir as fotos mais legais. Faço uma triagem, de tempo em tempo, e costumo fazer um álbum por ano. Tiro todas do meu note, gravo em DVDs e guardo. Se eles estragarem, ok, algumas foram impressas.

Outro dia, olhando fotos da nossa infância, meu pai comentou que fotos deixam ele triste, porque fica com muita saudades do passado.

Por outro lado, uma amiga minha que perdeu a irmã, comentou que, quando a saudades aperta, ela corre para as fotos delas, pois as fotos permanecem iguais, mesmo que as coisas tenham mudado tanto.

Formas diferentes de sentir o poder de uma fotografia.

Até agora, meu passado em fotografias tem me agradado bastante. Sinto saudades de uma coisa ou outra, nada grave, mas vejo que tudo valeu e que foi muito divertido. Espero que sempre seja assim.

Enquanto isso, continuo, na ideia de imortalizar alguns momentos, para que eles não tenham aquele gostinho de última vez.


Plátano do Museu Municipal de Garibaldi, com folhas que restaram, só nas pontinhas. Lindo. Passei dias olhando ele e pensando em tirar essa foto, até que fui lá, numa tarde de domingo de julho.


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

31/365 - Estado de Abobadice Noturna

A manhã já passou e eu continuo morrendo de sono, fruto da incapacidade de colocar mais um cobertor, durante a noite.

Ontem, fui dormir e estava quente. Deixei somente aquele edredom básico. Cheguei até a tirar as meias, porque imaginei que passaria calor, muito calor.

Então, não sei em que parte da noite o clima resolveu dar aquela esfriada. O fato é que o edredom, lá pelas tantas, foi insuficiente.

Passei grande parte da noite com a conciência de que estava frio, mas sem força real para levantar da cama e colocar outra coberta.

A outra parte da noite, fiquei lembrando da meia fofinha e quentinha que eu tirei antes de pegar no sono. Juro, o pensamento era o seguinte: aquela meia... é só eu pegar ela e colocar no pé, tudo vai se resolver. Meia... meia... pé quentinho.

Só que eu não conseguia realizar o movimento de pegar a meia e botar no pé. Isso só aconteceu quando o despertador tocou, mas aí, não restava mais muito tempo.

Desgraça. Agora aguenta o resto do dia com sono, esperando que o tempo passe depressa pra chegar em casa e poder dormir.

Aí, é claro, vou estar sem sono.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

29/365 - Daquelas, de escritório.

Alguns dos meus colegas de trabalho agendaram aula de inglês na sexta-feira, das 11:45 até 12:45, o que deixa eles com pouco tempo para almoçar.

Então, pra facilitar a vida do povo, semana passada, enquanto eles estavam em aula, eu fiz a sopa no pão.

Amanhã, segunda aula, comentei que posso ir pegar massa na Casa das Carnes, enquanto eles estão em classe.

O Elvis, meu colega, comentou que esta adorando ter cozinheira toda a sexta.

- É, Elvis, aproveita até semana que vem, porque na outra, eu vou viajar.
- Sério? Que dia tu vai?
- Na quinta, por que?
- Vou ligar pra professora, pra ver se ela pode vir na quarta, hehehe.

É. É bem assim mesmo.

28/365 - Relíquia

Fui procurar uns documentos na pasta de "coisas importantes e pessoais" que a minha mãe organizou para cada um dos filhos e encontrei isso!

Eu lembro direitinho do dia em que escrevi isso. A Professora pediu que inventássemos uma receita - e essa, foi a minha.

Lembro que eu sentava na penúltima classe, da segunda fila, da esquerda para a direita.

E lembro que a minha receita foi a única que ninguém teve vontade de comer, hahaha.

Ok, achei que a foto ficaria melhor, então, vou decifrar essa delícia da culinária Manoelística para vocês. Papel e caneta na mão... atenção, lá vai!

Sopa de Maçã
1 kg de pernas de aranha
1 kg de pelos de rato
1/2 couro de cobra - cobra jibóia, tem que ser
1 grão de sal - um só, senão faz "cabumba"
2 kg de escamas de peixe 
4kg de terra
1 colher de lixo
9 sementes de maçã

Modo de fazer:
Pôr 1kg de pernas de aranha numa panela de água bem gelada, pegar os pelos junto do couro de cobra e socar bem na panela. Colocar um grão de sal com os 2kg de escamas de peixe, mais 4kg de terra, uma colher de lixo, 9 sementes de maçã e mecher bem até misturar tudo, pôr numa bacia, deixar crescer a macieira e quando a macieira der maçãs, veja como é boa a maçã recheada com couro de cobra e pernas de aranha.

Se ficar bom, ligue 262-1414.

Por que será que ninguém sentiu fome né?

O detalhe é o telefone de atendimento ao consumidor. Mas só pra quem gostasse, claro!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

27/365 - As definições das coisas

As vezes a gente quer se referir a alguma coisa, mas é difícil, então, surgem uns adjetivos... estranhos.

Ontem, resolvi fazer um suco de cenoura e perguntei se alguém queria. Minha irmã e minha sobrinha se anunciaram.

Fiz o suco, ou melhor, fiz bastante suco e não coei ele porque eu, ao menos, gosto de tomar a cenoura ralada.

Perguntei pra Érica se estava bom. Ela disse que sim, tinha gostado pois o suco tinha "migalhinhas" de cenoura dentro.

Já a minha irmã, tomou um gole, fez cara de nojo e largou um "éca, tá felpudo!".

Migalhas. Felpas. 

Ok. Numa família onde se diz que o leite tá com gosto do cheiro do refrigerador, é até aceitável.

É tipo aquele perfume sólido, que parece uma pomadinha, que ganhei de uma amiga que viajou para a França. Ele tem um cheirinho tão fofinho, tão confortável...

;D

 


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

26/365 - Assinando e Assassinando

Revistas são uma ótima fonte de atualização de conhecimento, acontecimentos e tendências. E também são muito utilizáveis depois da leitura.

Eu assino, há anos, a Capricho e a Gloss. 

31 anos e assinando Capricho... enquanto uns acham que eu devia ter vergonha na cara, eu ainda acho ela uma ótima revista de atualizações de comportamento. Tudo. Tudo acontece antes com a gurizada. Eles estão no topo da onda, das novidades e tendências. Por que não estar por dentro? É só prestar um pouco de atenção, que é fácil perceber que muita coisa que aparece na Gloss, por exemplo, já apareceu, bem antes, na Capricho. Claro, tem coisas que dá pra desconsiderar né, mas além da utilidade do conhecimento jovem, ela é muito, mas muito recortável, o que me deixa bem feliz, hehehe.

A Gloss também é uma revista que acho legal em matéria informação e criatividade. Também, muito boa pra recortar.

Uma terceira revista que sempre aparece por aqui é a Rolling Stones, com informações sobre música e etc. Ultrarrecortável! Já virou até bandeirinha de festa junina.

Então funciona assim: a revista chega, é lida pela turma da casa, eu separo o que acho interessante guardar ou procurar na internet. Encontro coisas muito legais e coisas chatas também, tipo a banda The Walkmen, que, desculpem os fãs, mas achei um tédio. Depois de sugar as informações, tesoura nela!!!

Sem dó, nem piedade e evitando o entulho de revistas que, depois, a gente nunca sabe o que fazer.

E os recortes viram de tudo, desde cartões, até cobertura de caixa de maquiagem, bijus... tipo essa ó:

Lêga né? Beeem fácil de fazer!



25/365 - Meia Noite em Paris

Ontem, consegui assistir ao filme Meia Noite em Paris, do Woody Allen.

Fazia tempo que queria ver esse filme, mas não conseguia. Cheguei a retirar e devolver, por falta de tempo.

Ao contrário do que a minha mãe pensa, eu gosto dos filmes do Woody Allen. O caso é que uma vez, comentei com ela que ele me irrita um pouco com os diálogos excessivos e rápidos. Me deixa tonta. Então, ela fixou na cabeça a informação de que eu odeio o Woody Allen, mas não é bem assim. Não mesmo!

Ontem, depois de retirar o filme pela segunda vez e ver que não conseguiria conquistar o direito de ter a sala pra mim, resolvi botar o notebook ao lado da cama e assistir assim mesmo. Aidna bem que eu fiz isso, porque o filme é maravilhoso!

Como disse mami, é incrível como ele conseguiu relacionar todos os personagens do filme. Um dos melhores filmes que vi até hoje, certamente.

Final de semana foi produtivo em filmes.


E é certo que vou procurar aquela esquina do taxi da meia-noite, quando pisar por lá!

domingo, 5 de agosto de 2012

24/365 - Personalizado

Acho que essa é a minha palavra favorita. Tenho quase certeza disso.

Pois não basta fazer, tem que fazer diferente e mais legal!

Tipo o Caderno de Recordações da Érica, que não podia ser um simples caderno né.

Saca só.

Uma colagem aqui, uma fitinha ali... uns elementos de scrapbook e, tchãrãm!!!



Vai dizer que não ficou o máximo!!!
E ele fecha com fitinha mimosa, oooownnnn!!!!
 

23/365 - A Pele Que Habito

Ontem, assistimos A Pele Que Habito, do Almodóvar.

Um filme inteligente e surpreendente.

  
Completamente indicável!

sábado, 4 de agosto de 2012

22/365 - Under Pressure

Eles ficam ali, do meu lado, me encarando antes de dormir.

Eu jamais deveria ter começado a ler 3 livros. Agora, empaquei em todos e, quando poderia ler, olho para os três e sinto uma enorme fadiga. Acabo jogando FreeCell no celular, até ficar com sono.

Sempre que eu começo um livro, me sinto na obrigação de terminar a leitura. Me sinto muito looser por largar um livro começado.

Principalmente se forem livros cujas indicações são ótimas, mas eu não gostei.

Isso esta acontecendo com a primeira edição de A Guerra dos Tronos. Não adianta, eu não nasci pra ler e nem pra assistir coisas medievais. Eu não gosto!

A outra decepção se chama On The Road - o famoso livro de Jack Kerouac - que fazia anos que eu queria ler e que agora, esta nos cinemas. Sabe quando um livro que cria uma grande expectativa, ao começar a ser lido, não causa reação nenhuma? Pois é... eu estou achando esse "clássico beat" uma grande baboseira. Estou muito inclinada a doar o livro e assistir o filme, para, ao menos, ter a sensação de dever cumprido. Complicado. Ainda mais porque só de pensar em ver o filme, dá uma preguiiiiiiiiça...

O único dos 3 livros que eu não vou largar é a biografia do David Bowie, que não é nada chata, mas que, por culpa dos outros estarem juntos dele, acabo não lendo também.

Força, Manoela. Pratica o desapego e te livra dos livros (boa) que tu não gosta, sem te sentir culpada!


sexta-feira, 3 de agosto de 2012

21/365 - Consegui!

Achei que eu não ia ser capaz de cozinhar uma sopa para 12 pessoas.

Mas fui!!!

Creme de Queijo para os coleguinhas de trabalho.

E fez sucesso. Uma delícia mesmo!

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

20/365 - Viagem dos sonhos

Estavamos falando sobre viagens e lugares para os quais gostaríamos de ir.

Meu irmão falou sobre a vontade de ir ao Mississipi, para entrar nos bares de blues. Lembrei dos pontos que gostaria de visitar nos Estados Unidos, se pudesse unir todos na mesma viagem.

Começaria por Seattle, visitando a cena grunge. Adoraria passear pelas ruas, imaginando o que aconteceu por lá. Certamente iria até a frente do prédio onde foi filmado o Vida de Solteiro - meu filme de estimação. Aproveitaria para tomar um café na cafeteria onde o Cliff e a Janet trabalhavam, além de passar por outros pontos turístico-grunges. Seattle sempre me fez sonhar.

Depois, atravessaria a Rota 66, que dizem não estar mais "aquelas coisas", mas é sonho mesmo, então vale.

Iria ao Maine. Começaria tirando uma foto na frente da casa do Stephen King. Depois, faria a rota das cidades e locais onde os livros dele são narrados. Com sorte, encontaria o cara por lá.

 (olha ele no portão!)

Passaria por New York, porque é linda e porque gostaria de conferir se a casa de Amityville vai bem, rsrsrs. Pois é... um conhecido meu, morador da região, diz que os acontecimentos sobrenaturais da casa não são de todo inventados. Coisas realmente estranhas acontecem por lá e as pessoas evitam passar pela casa à noite.

Gostaria de ir para a Disney de novo, também. Eu aproveitaria tudo de uma forma bem diferente.

Procuraria por um show do Foo Fighters.

Compraria muito material de Scrapbook, que é tri barato por lá. E muitos livros também.

Tomaria Budweiser americana - curiosa pra saber se é tão boa quanto a que estamos tomando aqui!

E para finalizar com chave de ouro, iria à Filadélfia. Fazer o que? O óbvio!!! Subir as escadarias do Museu das Artes, no maior estilo Rocky Balboa, com Gonna Fly Now bombando no mp3. Chegar lá em cima, fazer a volta e dar pulinhos de vitória.

(deve ter gente fazendo isso todo dia, rsrsrs)

Um dia eu ainda faço isso tudo, mesmo que seja em partes!


Ué... cada um com seus sonhos né... ninguém pediu que agradasse a todos, hehehe.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

19/365 - Aqui é o meu lugar

Queria tanto ver esse filme no cinema, mas como no momento é mais importante satisfazer aos adolescentes com "filmes de férias", parece que não sobrou espaço pra rodarem ele... não esta nem nas previsões futuras, uma pena.
O Sean Penn esta muito gótico anos 80 e inspirado no Robert Smith, do The Cure.


Infelizmente, só vai pro cinema o que garante a bilheteria.

18/365 - Legal - e pegajosa.

É besteira falar que hoje em dia não aparece ninguém que consiga fazer música boa. Tem bastante coisa legal que aparece. Claro, com bem menos frequência que antigamente - até porque, com tanta coisa que já foi feita, fica meio difícil ser tão gênio e descobrir algo que ninguém fez até então...

Gostei dessa música. Não conhecia Gotye - agora vou ver se tem mais boas além dessa.


Demorou um pouco pra carregar, mas valeu a pena.

É do tipo que fica grudada na mente o dia todo.