domingo, 17 de abril de 2011

Tá bruti!

Acho que essa é a frase que eu mais lembro de escutar a minha vó falando. Quando dava algum problema, ela largava um "É Giggia, tá bruti!".

A Vó Dalila faleceu na tarde da quinta-feira passada, dia 14/04. Ela morava aqui em casa, tinha 86 anos, uma memória afiadíssima e a gente apostava que ela passaria dos 100 anos fácil, fácil.

Então, quando soubemos que ela estava com Pneumonia, mesmo cientes de que isso é grave em idosos, tinhamos certeza de que a volta dela pra casa era apenas questão de dias.

Mas a vida tem dessas coisas de querer jogar na nossa cara que a gente não sabe de nada né...

Passei estes últimos dias como se estivesse em outra dimensão. Parece que agora começo a voltar ao normal. Na medida do possível.

Sem querer me prolongar muito, queria agradecer a todos que se fizeram presentes (fisicamente, ou por mensagens de todo tipo) em um momento tão difícil para a nossa família. Eu, que só tinha perdido minha avó paterna quando era bem mais nova, não tinha noção do quanto é reconfortante ver as pessoas que a gente gosta encarando um momento desses pra nos dar uma força.

Valeu pessoal!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

As vezes é preciso reconhecer que a gente não dá conta do recado

Quando muita coisa esta acontecendo ao mesmo tempo e acaba faltando tempo pra fazer tudo, é melhor deixar de lado o que é menos prioritário.

No caso, a faculdade. Isso mesmo, larguei de mão. Ok, eu já sou formada e essa era minha segunda graduação, mas mesmo assim, não queria admitir pra mim mesma que eu iria desistir. Mas não conseguia mais ir para as aulas, nem tempo para estudar.

E querem saber? Foi bom! Foi ótimo! Foi a melhor decisão EVER! Parece que eu tirei um elefante das costas!

Agora eu tenho até tempo pra ler de noite! Ebaaaa!

Tô indo, inclusive, hehehe!

Tchaus.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Mais uma de... aranhas.

Esse final de semana foi de matar (de susto).
Depois de passar um sábado a tarde tendo pesadelos com aranhas, quando acordei, descobri o motivo. Encontraram uma caranguejeira dentro da minha casa. Dentro. Da minha casa. Medo.

O pessoal gritava e acho que acabei sonhando com os demoninhos.

Enfim, ontem de noite, passando pelo corredor da casa, em direção ao meu quarto, percebi uma mancha ao lado do ar condicionado. Parei. Respirei fundo. Liguei a luz. Óbvio né... mais uma aranha. Chata. Grande. Fui chamar meu pai.

Então ele foi, naquela caaaalmaaaaa, buscar a vassoura pra matar. Eu me posicionei aos fundos, pra conferir a jogada, afinal, aranha sumida perto do meu quarto é perigo certo (já estava pensando em dormir fora de casa). Voltou, posicionou a vassoura e "flap"! Acertou. Digo, mais ou menos, ela deu umas corridinhas na parede.

Foi então que aconteceu. Ele prendeu a aranha na vassoura e, se achando o McGaiver, deu um arremesso com a vassoura, pro lado direito. Tipo, pros lados aonde eu estava, claro!

Eu não vi onde foi a aranha, nem ele. Antes de mais nada, conferi calça do pijama, pijama, meias, chão ao meu redor. Nada do bicho. Ele procurou nas escadas, na sala, no meu quarto, na vassoura... nada!

E eu entrando em pânico já! Um monstro daqueles perdido nas redondezas do meu aposento não ia dar certo!

Depois de muito procurar, ele encontrou ela na sala. Passou por mim com um bolinho preto amassado na vassoura - indistinguível, então, tive que ir atras pra conferir se aquilo era uma aranha morta ou conversa pra eu achar que ele tinha matado o bicho. Aranha morta = cadáver aparente e desmontado.

Ok, era ela, eu vi as pernas longe do corpo.

Assim ó: não querem morrer, fiquem fora de casa, ok aranhas? Até pque, gurias, março já acabou! It's OVER! Estamos em abril e vcs continuam querendo invadir a casa dos outros... po-ha, assim não dá né!

Que falta de noção de calendário que vcs tem, pô...