segunda-feira, 26 de maio de 2008

Coisas banais da cidade

Maria Fumaça na Estação de Garibaldi. Como é que eu vou explicar... já cansei de ver, mas sempre que vou caminhar na estação, fico enrolando até ela chegar, só pra ver de novo, hehehe.


A foto saiu meio sem querer. Eu tinha levado a Lauren pra ver, quando lembrei de pegar o celular e aproveitar o momento. Ela já estava indo embora.



domingo, 25 de maio de 2008

Conversa de Refeitório 2

(Eu, contando pro pessoal sobre as músicas de ninar que o meu cunhado canta pra minha sobrinha pegar no sono - e ela pega tri rápido, diz ele. Eu, achei o máximo!)

... - Sim, sim, ele canta Fusca Azul Calcinha pra ela dormir. E ele disse que com a música do Porquinho, ela dorme mais rápido ainda. Eu perguntei como era essa música do porquinho e ele disse que é a história do porquinho que não se cuidava, teve colesterol e morreu de infarto, aí ninguém queria comer a carne do porquinho porque era muito gorda, hahahaha! Adorei! Enfim, ela não entende, então, tendo som de música de ninar, funciona que é uma maravilha.

- Hahaha, muito boa, eu pagava pra ver a cena!

- Mas pensa bem... olha que tipo de musiquinhas cantavam pra gente: "nãna nenê, que a Cuca vem pegar. Papai foi pra roça, mamãe foi capinar." Eu morria de medo da Cuca! Como é que alguém pode cantar pro nenê dormir que a Cuca vai vir pegar? Quem é que dorme sabendo disso? Eu que não! Mil vezes o porquinho com colesterol.

- Hahaha, verdade! E tem outra, aquela do boi da cara preta "pega esse menino que tem medo de careta"! Que horror! Vai ver que é por isso que a gente é assim!!!

Risada geral.

- Sim, sim, e eu juro pra vcs que eu já escutei uma que era a história da madrasta / tia, que enterrou a criança viva! Olha se é coisa pra nenê pegar no sono!

- Ah pára que cantavam isso!

- Sim, tenho certeza, mas aqui a gente não conhece porque é uma música mais lá do nordeste e tal... até passou naquela minissérie da Globo, não-sei-o-que de Maria.

- Hoje é Dia de Maria?

- Sim! Essa mesma! A menininha cantava isso!

- Nossa, que horror! E eu achando que o porquinho tava abafando! Hahaha!

Medo.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Alguém quer?


Hihihi... eu sempre me inspiro 'culinariamente' quando chega o final de semana.
Ultimamente tem sido o almoço de sábado por minha conta. Mas na sexta de noite sempre sai uma coisinha e eu convido a vó pra jantar comigo (ela adora atum, preciso me aperfeiçoar na área).
Hoje foi pizza de coraçãozinho com champignon, molho de tomate e uma pitadinha de curry. E azeitonas pretas, queijos e orégano - básico. Ficou uma delícia (de acordo com as cobaias).
Lembrei um monte da Jana quando fui comprar os ingredientes da pizza. A lembrança não teve nada a ver com o rastro de sangue que a bandeja de coraçõezinhos furada deixou no supermercado - tri fácil de me encontrar lá dentro... hehehe!
Mas voltando ao assunto Jana, quando ela vinha de Porto nos finais de semana (no auge dos nossos 11/12/13 anos), sempre inventávamos uma janta, que variava entre:
1 - Pizza na Status - que eu ganhava no dedo, discando pra Rádio Champagne (depois de umas 4 pizzas eles pararam de sortear pque, suspeito, eu era o dedo mais rápido de Garibaldi);
2 - Pizza feita em casa, normalmente de coração com champignon (Jana, lembra aquela que eu coloquei erva-doce, pensando que era orégano? Bláááárgh! E aquela outra que a gente botou café pra sacanear o Estevão, e acabamos comendo o pedaço sacaneado? Haha!);
3 - Molho de cachorro quente, que uma vez, peguei a Jana tomando o fim do molho direto da panela... é, acho que estava bom.
Nos sábados de manhã, com R$5,00, a gente ia almoçar xis no Rei do Xis - com moooooooinnnta maionese caseira, hehehe!!! (o xis custava R$2,50 - hoje em dia, com 5 pila eu não compro nem o cheiro do xis).
Aiai, bons tempos aqueles...
E como as coisas são né... os melhores momentos da nossa vida incluem comida.
Que eu tenho que pensar seriamente em diminuir a quantidade... :/
Mas que saco! Comida devia emagrecer!!! Tipo, quanto mais se come, mais magro se fica! Bingo!
Mas o que importa é que a Vó Dalila elogiou um monte os Conchigliones com recheio de atum, requeijão e champignon que fiz no sábado passado.
E não é todo mundo que ganha elogio da Vó Dalila pra comida...
(acho que a minha mãe tenta isso há uns 50 anos, hahaha - abafa!!!)

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Conversa de Refeitório 1

Conversas que rolaram num almoço qualquer:



- Pensa, Manô... a nossa geração é a que pegou todas as grandes mudanças tecnológicas: computador, internet, celular, notebook, i-pod, mp3, cd, dvd... Tudo está acontecendo muito rápido.

- Ah, sim, nem me fala! Rápido demais, diga-se de passagem, fica tudo descartável num piscar de olhos. Deviam estipular uma lei de tempo entre as atualizações tecnológicas, inclusive.

- Sim, pensa, isso que a gente tá no meio, consegue acompanhar, embora com algumas dificuldades. Pensa os nossos pais! Não é de se espantar que eles tenham medo de usar computador. É um mundo estranho pra eles, não dá pra forçar!

- É... parou pra pensar que quando eu tinha 15 anos, não existia internet? Ao menos não era acessível. Celular... o primeiro que ví foi com 16 anos. Tijolão!

- Hahaha, já pensou? Daqui a alguns anos - e ninguém tá livre disso - nós todos, com nossos filhos... imagina os diálogos!



- Quando eu tinha a tua idade, não tinha videogame.

- Mas, pai, tu brincava de quê?

- Ah, a gente brincava na rua. Brincava de pegar, de esconder com as outras crianças.

- Na rua? Aquele lugar violento? Com as outras crianças?

- É... era bem calmo. E também não tinha internet. Msn, orkut... nada disso. (se bem que msn e orkut já vão ser pré-históricos até lá)

- Mas... como é que vocês faziam pra conhecer as outras crianças?

- Ah, na rua. Nem computador tinha.

- Mas, mas... como é que vocês faziam os trabalhos da escola?

- Escola?



;)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Sugestão

Esta semana eu me sinto muito desmotivada para escrever.

Percebo que não sei lidar com certas perdas.

Então, para quem quiser ler um bom texto, também sobre o tema "mulheres de óculos", eu recomendo muuuuuito o blog do Paulo:

http://myplurality.blogspot.com/

Na verdade, eu recomendo todos os textos do blog do Paulo. Inclusive os textos que falam sobre o anjo dele, o Ville!

Beijos! Bom restinho de semana para todos!

domingo, 11 de maio de 2008

Não pude resistir...

Aqui estão os meus "confundíveis"!

Wando x Vocalista do Tears For Fears (nunca lembro o nome dele :/)

Robin Williams x Bono Vox (ou o contrário, já não sei mais, haha)

Lula x Gizmo (eu ainda prefiro o Gizmo)

Mais alguém?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

É o princípio do fim.

Não podia deixar de comentar isso.

Hoje, passou na televisão uma propaganda do governo sobre a AIDS.

Quando vi o Dr. Drauzio Varella, achei que fosse uma propaganda decente. Mas então, ao invés de alertar o povo sobre os males e a gravidade da AIDS, ele incentiva as pessoas que não usaram camisinha e estão em dúvida a fazerem o teste de HIV e, se este der positivo, não há porque se preocupar, pois o tratamento da AIDS é gratuito, pago pelo governo!!!! (não encontrei o vídeo no youtube)

Assim, como se AIDS fosse um resfriado, uma dorzinha de cabeça!

Agora eu fico pensando naquelas pessoas que vão se largar total, afinal, se acontecer alguma coisa, o governo paga.

E a gente paga pro governo.

Eu quero ir embora daqui!!!
(enquanto não consigo fugir - queria ir pro Canadá - vou dormir, só precisava me manifestar pois achei a propaganda "uó")

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Ah tá!


Então que eu adoro ler livros de terror.


O primeiro deles foi... A Profecia, de David Seltzer? É provável que sim. Depois descobri o Stephen King, com Carrie, A Estranha. Lembro que foi nos meus 12 / 13 anos. A Dessa e eu vivíamos garimpando livros de terror na biblioteca, quando ela morava aqui... bons tempos aqueles. No final da tarde a gente sempre dava uma voltinha de bicicleta, era ótimo e tenho saudades.

Mas voltando aos livros de terror.

Depois do meu primeiro SK, comecei a comprar e colecionar os livros dele. Adoro! Ele realmente é o rei! Com aquelas estórias que somente o mais alcoólatra de todos poderia imaginar... e ainda discursar sobre a necessidade de que seus fãs tenham medo de suas estórias, pois se não tiverem, perde toda a graça. Ele escreve para leitores com medo. E mora numa mansão, que comprou por ser mal-assombrada... climão hein?!


E de tantos livro que já li, fiquei um tanto que exigente no assunto. Não é qualquer mané que vem me convencer que sabe botar medo.


Um bom exemplo é um cara chamado Joe Hill com seu livro "Na Estrada da Noite". Bom título. Capa interessante... resumo do livro tentador: Um 'tiranossauro do rock' que compra um terno mal-assombrado para sua coleção de objetos tétricos. Oba! Comprei.


O livro estava bom até... o autor não era um Stephen King, mas escrevia bem, boas idéias e tal. Até que aparece o fantasma. Como uma imagem de televisão, tinha seus olhos rabiscados e se movia em stop motion.


Para tudo! Stop Motion?


Sim, Stop Motion. Tipo, o fantasma anda como se fosse filmagem cortada, não se vê exatamente todos os movimentos. Isso pode ser presenciado naquele filme ridículo chamado A Casa da Colina.


Modernizaram o fantasma!


Sem condições. Tem coisas que precisam se manter tradicionais! Fantasmas, por exemplo!


O livrou virou uma piada e o cara perdeu toda a credibilidade que tinha conseguido até o momento.


Lí o livro até o final, só pra não dizer que joguei dinheiro fora. Não era de todo podre. Como disse, o autor tinha boas idéias. Mas fazer um fantasma andar em stop motion...


Certo que Joe Hill não passou no meu teste de medo. Dormia direto lendo o livro. Livros normais de terror devem tirar o sono. Que desfeita!


Criativo, mas fraco. Não soube levar o fantasma à sério.


Não recomendo.


Para quem quiser sugestões, aqui vai:


Recomendo todos do Stephen King, lógico!

Mas também recomendo o mais aterrorizante de todos os livros do gênero: Horror em Amityville, de Jay Anson. Bem antiguinho - consegui num sebo por 4,00!


Um detalhe interessante desse livro, é que foi baseado em fatos reais (o filme é um fracasso, esqueçam ele). Acredite ou não, um americano, morador do bairro de Amityville, certo dia, confirmou para mim que a casa existe e nela acontecem muitas coisas estranhas (gritos, luzes estranhas, barulhos inexplicáveis). A casa não é mais habitada e os moradores do bairro costumam manter distância dela.


É ele! O Rei Stephen! Tão assustador quanto seus monstrinhos!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Resultado da Enquete

Foi bom fazer essa enquete sobre Destino X Lei da Atração. Vejo que a maioria está tão perdida quanto eu, sendo que "Hiiiiiiiiii, fedeu!" ganhou disparado.

Obrigada por votarem.

Ainda não consegui me decidir. Será que eu posso acreditar um pouco em cada um? Mãe?

domingo, 4 de maio de 2008

Pescoço Pelado

(Apesar do título sugestivo, não há erotismo no texto!)


Ouço passinhos apressados, pisando em folhas secas (tictictictictic). Não lembro quem estava comigo, poderia ter sido meus irmãos, primos ou vizinhos. A cena se repetiu inúmeras vezes. O fato é que o som (tictictictic...) soava como um alarme, cuja ordem era:
- Cooooorrrrrrrrrrrreeeeee pra figueiraaaaaaaa!!!!!!!!

E então, saíamos correndo galinheiro adentro, largando tudo o que estivesse nas mãos, em pânico, direto para cima das árvores de figos (se a professora de Educação Física visse, ficaria orgulhosa, haha).

O causador de tanto medo tinha nome: Pescoço Pelado. O galo maldito.

A casa onde passei minha infância era o paraíso de qualquer criança! Tinha um pátio enooorme, uma grande descida, daquelas de deitar e descer rolando na grama e passar o resto do dia se coçando por causa dos micuíns. Também tinha árvores de tudo que era tipo, com destaque para as 3 castanheiras gigantes. A primeira ficava no topo do terreno, tinha um balanço branco bem grande, no qual passavamos horas (tem uma foto com o balanço minado de crianças, não sei como aguentava). A segunda castanheira ficava no meio e era a que menos rendia. A terceira, ficava bem embaixo, no fim do terreno - grande provocadora de brigas com os vizinhos. Além delas, tinha árvore de pitanga, figo, guavirova, araçá, quaresma, maçã, uva, laranja, lima, limão e ameixa. Sim, tinha pinhão também.

O fundo do pátio era um campinho onde os guris viviam jogando futebol. Tinha uma horta tri grande, em degraus. Tinha também duas árvores, logo na entrada do portão, que eram lisas de tanta gurizada que ficava se pendurando o dia todo. Minha mãe diz que, no auge de ocupação do pátio, ela contou 21 crianças... e não era festinha de aniversário.

O galinheiro ficava nos fundos da horta, era cercado e coberto pelo parreiral de uvas do meu pai. As galinhas tinham sua casa própria no início do galinheiro (quanto comer ovo mole, Jesus!). Nos fundos do galinheiro, estavam as figueiras.

O fato é que eu não sei quem teve a idéia de dar o Pescoço Pelado pro meu pai.

O Pescoço era um galo de briga preto, que atacava todo mundo. Todo mundo, menos meu pai e o Finhotchunyafuchiaputy Finhotchunyafuchia Domênico Pieta Lorenzi (nosso cachorro, conhecido como "Finho"). Se a gente entrasse no galinheiro sem o pai e/ou sem o Finho e o Pescoço descobrisse... fedeu, o jeito era correr pras figueiras e gritar por socorro (Paaaaiiiieeeeeeeeeee! Vem tirá o Pescoooooooçoooooooo!).

Se o diabo tivesse um galo, seria o Pescoço Pelado! Certo que sim!

Então, um dia, meu pai cansou da função toda (de herói de galinheiro, hahaha - que ele não leia isso) e concluiu que, ou a gente se mudava de casa, ou mudava o Pescoço (é, foi quase isso).

Como ninguém quis aquela doçura de bicho, ele decidiu acabar com o Pescoço. Não contou pra ninguém. Não queria os filhos presenciando um assassinato.

E lá foi ele, numa tarde de sábado, com o machado em punho, cortar o pescoço do Pescoço.

Ato executado - eu juro que ele tinha sangue verde! - limpou o suor da testa, pensando (isso ele me contou): - Ufa, que bom que a gurizada não sabia, agora é só dizer que consegui dar o galo pra alguém.

Foi quando ele se virou para a cerca do campinho e lá estávamos nós três, de olhos arregalados e mãos segurando as bocas, assistindo tu-di-nho!

Achou que ia passar uma conversa na gente hein... safadinho!

Essa é uma das boas memórias que tenho da "casa lá embaixo". Achei que seria legal postar aqui. Essas histórias dos tempos em que se caçava vaga-lumes de noite.

Por sinal, nunca mais ví vaga-lumes. :'(

sábado, 3 de maio de 2008

Yeah man, he's great, he's the king!

Bom pessoal, eu tentei colocar o vídeo, mas só dá erro de página, então, aconselho a todos os curiosos de plantão, para que acessem o link abaixo. Clássico, muito legal!!!

Pena que não passo daquela parte em que ele levanta / abaixa / levanta / abaixa. Mas é tudo uma questão de tempo, claro!!!

http://br.youtube.com/watch?v=dO1p2IxZA0U

Vão dizer... ninguém tira o suor da testa como Tony Manero!

Tá bom, confesso que eu posso não saber direito essa coreografia ali de cima, mas essa aqui de baixo, eu sei inteirinha - depois do "I kissed Al Paccino!", claro!

http://br.youtube.com/watch?v=IAPFZIq8PXA&feature=related


Manô

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Se ser diferente já está ficando normal, então, ser normal já é quase ser diferente?