quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Enquanto 2014 não vem...

2013 foi um ano pesado, estressante. Não que tenha sido ruim - sempre tem algo de bom, aliás, teve muita coisa boa - mas poderia ter sido melhor. E foi geral, muita gente reclamou. Muita gente estava na "capa da gaita" em pleno outubro, já anunciando a espera do fim próximo (de 2013).

Há alguns anos, passei por um daqueles momentos em que a vida de todo mundo ao meu redor começou a acontecer e a minha vida ficou naquele vácuo, aquela mesmice. Minhas amigas se mudaram de cidade, algumas começaram a namorar... fiquei sozinha. E eu me perguntava quando as coisas começariam a mudar no meu lado. 

Como nada cai do céu, decidi, em primeiro lugar, ocupar a cabeça pra não pirar. Entrei na faculdade de Direito. Depois tive a necessidade de mudar de emprego. Foi como terminar um namoro, eu sentia que não dava mais pra aguentar e, não estando feliz com meu trabalho, nada mais justo do que cair fora - justo comigo e justo com a empresa onde trabalhava. Meus chefes perguntaram se eu tinha certeza, pois não sabiam se seria uma boa troca. Fui em frente. E foi uma ótima troca. Adoro meu atual trabalho, por mais cansativo que seja em alguns períodos.

E as coisas começaram a mudar. Pouco a pouco. Ficou mais claro ainda que a gente precisa se ajudar, sair da zona de conforto, ter coragem de encarar mudanças. A gente sempre perde algo, mas acaba ganhando muito mais em troca.

Comecei a namorar. Troquei de carro. Comecei a viajar pelo meu trabalho. Viajar com o namorado. Aprendi muita coisa e conheci muita gente interessante. Tranquei a faculdade porque não sobrou tempo pra ela. Mas como a ideia era me manter ocupada e com a cabeça funcionando, tudo bem.

Nesse ano, mudei de cidade. Saí do ninho. Resolvi viver uma vida à dois. Tem seus problemas, mas também  tem muitas vantagens. Herdamos um canário. Sinto falta de ter um gato. Plantei tomate, manjericão, cebolinha e orégano na sacada - e todos estão muito bem!

Conheci Paris, Londres, Milão e Montevideo. Decidi que preciso voltar para Paris. Difícil explicar... parecia que eu estava em casa. Não sei se o sangue 25% francês tem sua culpa nisso, mas cada vez que lembro, sinto um aperto no peito.

Voltei a fazer Patchwork e acabei trabalhos que havia começado em 2007!

Fiquei loira.

Agora estou tentando ficar menos loira, hehehe.

Pela primeira vez na vida, fiz uma lista de objetivos para 2014. Alguns são simples, outros são mais complexos, mas quero tentar cumprir todos.

Durante esse ano, pensei várias vezes em possíveis postagens para o blog. Foi vergonhoso entrar nele hoje e ver que  houve uma (01) postagem nesse ano.

Espero que 2014 seja diferente. Eu e o mundo, pois todos nós temos a esperança de zerar o "estressômetro" naquele momento em que um ano vira outro. O importante é não parar, não desanimar, não deixar a cabeça vazia. Se não estiver bom, reinvente.

Pretendo voltar logo, mas já não prometo mais.

Só desejo que 2014 seja o ano ideal para todos.

 

Essa foto foi tirada no dia 1º de janeiro desse ano. Um raro dia de sol em Londres, mas o que mais gosto nessa foto, é o cabeção do pombo, tri metido, se achando o cara.




quarta-feira, 15 de maio de 2013

98/365 - Complicado

Hoje foi um dia em que:
- não entendi um e-mail que recebi, embora o texto fosse simples - interpretação de texto #fail
- a resposta do e-mail não foi entendida por quem recebeu - ainda bem que tem mais gente no barco da interpretação de texto #fail
- quando perguntei pra minha sobrinha, que está com 5 anos, qual tinha sido a programação do dia da mãe dela, ela passou o relatório completo de como foi o dia dela mesma, sem a mãe. E completou com um trágico "é... eu já sofri demais nessa vida".

Só restou voltar pro blog mesmo (brincadeira!) e tentar seguir a numeração que abandonei, pra ver até onde eu chego em 13/07.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

97/365 - Slash

Se, em 1989, eu ficasse sabendo que veria um show do Slash em 2012 e seria um show solo, sem o Guns n' Roses, pois a banda haveria terminado sem chances de voltar, eu não sei se eu piraria de indignação ou se eu ficaria feliz pelo fato de que veria meu grande ídolo.

Porque o Slash era tudo pra mim, era mais que o Guns.

Claro que hoje em dia não rola mais aquele fanatismo, mas foi algo que marcou bastante, foi o início do Rock n' Roll na minha vida, então, devo muito a ele.

E, logicamente, não perderia esse show!

A crítica está elogiando e acho que realmente ele não vai decepcionar.

Que legal, contagem regressiva pra chegar a hora!


See you later, dude!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

96/365 - Disconnected - Keane


Adoro essa música e esse clip também.

Lembra vários filmes e livros:
A Casa das Almas Perdidas
O Iluminado
Poltergeist O Fenômeno
Rose Madder

Muito bom, com sustinho no final.

Keane sempre manda bem. Essa é do último trabalho deles.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

95/365 - O "logo ali" dos mineiros

Dias antes de vir para Belo Horizonte, meu namorado avisou:
- Te cuida com os "logo ali" dos mineiros, hein.
- Como assim?
- Eles dizem que tudo é "logo ali", mas não é!

De fato, o último "logo ali" do qual tive conhecimento, mandou duas gurias caminharem uns 5km.

Estavamos descendo o belvedere da Mangabeira, quando vimos duas gurias suadérrimas, botando os bófes pra fora.

Elas pararam e nos perguntaram:
- Gente, falta muito pra chegar no belvedere da Mangabeira?
- Não, não, é logo ali! - apontamos pro morrinho que faltava elas subirem (e era logo ali mesmo).

As duas responderam juntas:
- Nããããão, "logo ali" de novo, nãããããoooo!

domingo, 21 de outubro de 2012

94/365 - Feirinha, ãrrãm.

Eu já tinha incluído na minha programação passar pela tal da feirinha de artesanato / feirinha hippie que acontece aqui em Belo Horizonte, nos domingos de manhã, bem pertinho do hotel em que estou. Achei que fosse uma feira grande, mas não tão grande.

Ontem, era meia noite quando o barulho lá fora começou. Dei uma espiada pela janela e vi algumas barracas sendo montadas na calçada da Av. Afonso Pena.

O barulho continuou madrugada adentro. A visão da janela do quarto, pela manhã, foi a seguinte.


Tinha de tudo: praças de alimentação, decoração para casa, santos, roupas para jovens, idosos, crianças, sapatos, bolsas e acessórios. Tudo baratim, baratim.

E sabem o que mais impressionou? A feira era das 8:00 às 16h. Às 18h, a Avenida estava assim:

 
Passe de mágicas? :o